15.2.13

Diários da mente

Fico imaginando se pudéssemos registrar tudo ou quase tudo do que pensamos, em tempo real, sem netbooks ou afins. Um livro mental, capaz de incluir tudo que achassemos viável para ir pro papel. Dentro da mente de muitos, pode-se passar idéias para livros, textos magníficos, que se perdem pela escuridão da memória apagada pelo tempo que se foi. Obviamente para as editoras seria muito mais trabalhoso editar livros de tudo que alguém pensa. Mas nem gostaria mesmo que pensamentos soltos fossem parar em estantes, e nem teriam o porque. Tudo que eu realmente queria, era não perde-los.

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